20/07/2010

agora em livro!

Mais info aqui.

13/07/2009

.73
Algumas fotos do que era o espectáculo. Terminámos a curta carreira no Domingo, dia 12. Foi tudo muito rápido. Mas divertimo-nos imenso e formou-se um grupo muito amistoso. Saudades? Claro que sim.


De que fugia a Sofia? Que boxers eram aqueles na parede? E quem a perseguia com aquela luz?

Andar a correr pela cidade escura ao som de Handel tem outra pinta. A Anabela que o diga.



Um tiro transformou a Maria João num fantasma.

Don´t cry out loud. As actrizes viravam divas em concerto. Playbacks trabalhosos. Muito.


A Anabela chamava-se Skinny. Sempre foi magro e pequeno. Sim, magro e pequeno. Não perguntem. Fossem ver.

O tal fantasma a esvoaçar cetins por quartos de hotel.


O Skinny actua para nós. (b) fachada fazia a voz. Estranho e poético este momento, e um dos meus preferidos do espectáculo.







Quem eram estas duas senhoras? Se de facto o eram mesmo. Era sempre um problema decidir quem usava a farda... You know how to whistle don´t you?


Querem saber tudo sobre armas? A Anabela dava conta do recado.

Os solos finais. Elas não eram elas. Eram a figurinista, o director de fotografia, o soldado apaixonado, a rapariga das fardas, o velho gay, a empregada do hotel, as cantoras e as actrizes Anabela Brígida, Maria João Falcão e Sofia Correia.



(As fotos são da Catarina Falcão)

09/07/2009

.72
O dia seguinte à estreia.


.72
Com os nervos à flor da pele e uma sala cheia lá estreámos ontem. Que tensão assistir ao espectáculo lá de cima, perto da régie! Que orgulho em ver aquelas três actrizes tão diferentes a representar como gente crescida, num espectáculo que lhes pede uma entrega diferente do normal por ter muitos tons e ritmos - e mudanças de cena - obrigado, Carlos!
As reacções foram muito boas e muito construtivas. Tivemos direito a espumante no Salão Nobre entre equipa D. Maria II, família, amigos e muitos anónimos.

A foto em cima foi tirada minutos antes de começarmos. Eu e as minhas meninas fatais.
.71
Film Noir no telejornal da RTP.

07/07/2009

.70
Está tudo pronto? Ensaios corridos com pequenos acertos e notas. Ensaio geral com público. Mudanças de cenário. Tudo no sítio. Elas nervosas. Eu nervoso. Mas todos muito contentes com o resultado. Está tudo pronto? Está.

05/07/2009

.69

Em exclusivo, uma espreitadela a uma das cenas do espectáculo já com tudo no sítio. Na foto, a Anabela Brígida fala-nos de armas. A movie is a girl and a gun.
.68
Os últimos dias têm sido muito cansativos. Afinar luzes e som com a encenação e marcações é um trabalho demorado e que requer muita paciência. As actrizes têm sido impecáveis, esquecendo a representação por alguns momentos, e servindo de calmos modelos. Já andamos a fazer ensaios corridinhos, cada vez com mais definição.

A foto meio tonta sou eu com a Joana Ísfer a rir das minhas poses para a câmara, prestes a começar mais um ensaio.

03/07/2009

.67
Film Noir hoje nas bancas. No Ípsilon, a meias com o Jorge Silva Melo. E na Obscena, à volta dessa coisa estranhíssima chamada noir.




02/07/2009

.66
Hoje à tarde ensaiei com as actrizes e com o cenário meio feito. De repente, elas perceberam que quando lhes dizia, nos ensaios anteriores, que estavam em cima das portas e a irem contra paredes, isso não era mentira. Juntam-se as afinações do desenho de luz que o Rui e o Pedro estão a fazer e o espectáculo vai parecendo cada vez mais noir. Tudo a ganhar forma, portanto. E sempre bem dispostos. Até tive de fazer a vez da Anabela Brígida aqui e ali, que hoje não pode estar presente.




Da esquerda para a direita: o Rui Poças, a Maria Folque, o Pedro Emauz e eu a assistir ao ensaio corridinho.
.65
Na quarta à noite, passámos de cenário marcado no chão, para cenário em todas as suas reais dimensões. O João Paulo Araújo está com a construção daquilo que eu concebi para o cenário e ele e a sua equipa lá andaram a levantar do chão aquele estranho espaço que se transforma em quarto de hotel, escritório, beco escuro, cabaret, estúdio e muito mais. Nos próximos dias pinta-se o dito e refinam-se adereços e acabamentos.







.64
O Teatro Nacional pôs-nos na rua. :) Isto é, os cartazes já estão à porta.